Lives de sertanejos alegram a quarentena, mas fogem da receita do pop mundial em isolamento

 

06/04/2020 – 08:55 Por Rodrigo Ortega e Braulio Lorentz, G1

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Tudo começou com popstars globais como Chris Martin, John Legend e Elton John, sozinhos em casa, fazendo transmissões simples ao vivo para se conectar com os fãs e incentivar o isolamento e doações para caridade. Todo mundo entrou na onda.

Mas alguns artistas brasileiros estão criando um modelo diferente: a live de quarentena com a sala cheia.

A live de Gusttavo Lima foi o primeiro fenômeno da música pop brasileira desde o início do período de isolamento social.

 Foram impressionantes cinco horas de puro carisma musical e etílico – uma alegria necessária para milhares de fãs em casa.

No entanto, a grande produção demandou a presença de várias pessoas na casa do cantor. Ele fugiu da receita das lives em isolamento real que estavam sendo feitas antes por estrelas pop no Brasil e no mundo.

Astros como Dave Grohl, Mariah Carey e Billie Eillish não tiraram suas equipes de casa para entreter os fãs e arrecadar doações. O modelo caseiro foi o mesmo em “festivais de lives” nos primeiros dias de quarentena no Brasil, como #TamoJunto e #FiqueEmCasaBR e #MúsicaEmCasa.

Márcio Brito

Márcio Brito

Designer gráfico DaQui agência Digital e colaborador Mundial fm 91.3

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