Em mais um vídeo publicado pela locutora da Rádio Cultura FM Sheila Bernardes a população não conseguiu ter a informações ao que foi solicitado para o Ministério Público da Bahia; a prestação de contas da Associação do Moradores do Aracruz para identificar onde foi parar o dinheiro público recebido pela entidade.
A grande pergunta deste fato é: por que a rádio decidiu se esconder atrás de decisão dada pelo MP-BA – que indeferiu o pedido de prestação de contas, se ela não tinha nada a esconder?
Quando a locutora cobra da prefeitura o uso do dinheiro público e aponta o seu microfone para a cabeça de médicos e profissionais do serviço público, isso “jornalismo”. Quando um cidadão cobra de uma Associação e uma rádio o uso do dinheiro público que recebem, isso é “perseguição”.
Perseguição afirmada é mentira
Ao falar em perseguição, a locutora Sheila Bernardes esqueceu de informar, ou fez questão de esconder, que a AMA – Associação dos Moradores do Aracruz, recebe mais de R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais) por ano, através de um Convênio firmado com a Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães.
Como falar em perseguição se hoje – através do Convênio com a prefeitura, existe ainda a cessão de nove funcionários, entre professores, auxiliares e assistentes, trabalhando nos serviços sociais prestados pela AMA?
(…) a denúncia foi feita contra a AMA e a Rádio Cultura, a fim de apurar posteriormente, já em um processo civil, a relação financeira da entidade que recebe dinheiro público, com a diretora Sheila Bernardes e do ex-diretor Diogo Spengler.
Incoerência no ‘fake news’
O vídeo gravado pela locutora é de uma incoerência fora do normal. Ela fala em “fake News” ao afirmar que nem o seu nome, e nem do seu marido Diogo Spengler, aparecem na denúncia feita ao Ministério Público, tentando dissimular os fatos.
Claro que o nome de Sheila Bernardes e do seu esposo Diogo Spengler não iriam aparecer na denúncia feita a Ministério Público do Estado da Bahia.
De acordo com o que já foi publicado, a denúncia foi feita contra a AMA e a Rádio Cultura, a fim de apurar posteriormente, já em um processo civil, a relação financeira da entidade que recebe dinheiro público, com a diretora Sheila Bernardes e do ex-diretor Diogo Spengler. “Eu acredito haver uma grande divergência entre os valores dos salários pagos pela rádio aos diretores, com o patrimônio que eles exibem”, disse o denunciante em matéria publicada pelo site Veja Política.
Fonte: vejapolítica.com.br





